A Cooperativa de Energização e Desenvolvimento do Vale do Mogi – CERVAM – foi criada no dia 5 de abril de 1964 por um grupo de produtores rurais de quatro municípios: Porto Ferreira, Santa Rita do Passa Quatro, Pirassununga e Santa Cruz das Palmeiras.
Posteriormente, a cooperativa atendeu os municípios de Descalvado e Aguaí. O grupo que participou da criação da CERVAM acreditou que seria possível levar energia elétrica até a zona rural desses municípios. Naquela época, a falta de estrutura de distribuição de energia em propriedades rurais desses seis municípios e o desinteresse por parte das concessionárias paulistas em fazer chegar a luz elétrica ao homem do campo fizeram com que surgisse a CERVAM.
Aquele grupo de idealistas formado por produtores rurais da região passaram a discutir o problema. Os encontros eram realizados na Casa da Lavoura, em Porto Ferreira. O objetivo era atender uma demanda que existia, mas que não era suprida pelo mercado de infraestrutura.

A Assembleia de Constituição da CERVAM foi presidida pelo Engenheiro Agrônomo Dr. Francisco Novielo. Naquele dia 5 de abril registraram sua participação 105 cooperados fundadores. Foram eles: Cooperados fundadores: Adão Antonio Elias, Adelino Altomari, Alfredo Clapis, Alberto Bittar Cury, Angelo Clemente, Angelo Moda, Anizio Calixto Leal, Antônio Benato, Antônio Otaviano, Antonio José Bergo, Antonio Pizeta, Antonio Tornizielo, Antonio Otaviano Sobrinho, Antônio Reato Sobrinho, Antonio Carnielli, Antônio Silvestrini Sobrinho, Arlindo Bueno Borges, Arlindo Leal, Astor Bento de Godoy, Antônio Russi, Antonio Fratini, Benedito Reducino, Claudionor da Silva Borges, Claudomiro Louzada, Brasil Paulista da Silva Prado, Claudomiro Lopes do Prado, Domingos Ferronato, Amâncio Fadel, Eduardo Padovani, Eneas Pontes, Bruno Bonesso, Fernando Gabrielli, Fernando Aparecido Cripa, Flávio da Silva Oliveira, Florindo Fadel, Flávio Camargo, Fortunato Otaviano, Guerino Ravazi, Francisco Toledo Cabral Vasconcelos, Henrique Rodrigues Ribaldo, Inácio Garcia Leal, Ivo Xavier Ferreira, João Miranda Salgueiro, João Michelan Filho, Jorge Rosini, José Rigo, José Pedroso da Cruz, José Pirondi, José Marcos Gimenes, José Rotiroti Filho, José Otaviano, José Rocha, José de Souza Pinto, Júlio Rissuta dos Santos, Julio Rigoto, Julio Pelin, João Francisco Jardim, João Patrezi, João Afonso Missiato, Minot & Angel Ltda, Juan Piqueres Barruguer, José Fortes Denunci, Lauro Costa, Lourenço Thomazi, Luiz Pizeta, Luiz Augusto Dias, Luiz Pissinati, Luciano Coleti, Luiz Gonzaga Mutinelli, Manoel de Andrade, Manoel Batista Filho, Maria Aparecida Hildebrand, Maria Luiza Cunha Ribaldo, Marcilio do Prado, Mário Avezani, Miguel Angelo Ghiotti, Mariano Sanches Filhos Ltda, Narciso Nori, Nelson Reato, Oscar Júlio Iken, Otavio Zanardo, Osvaldo Teodoro Khül, Paulo Calixto Leal, Paschoa Delsin Borges, Pedro Ferronato, Pedro Scomparim Filho, Pedro da Silva Borges, Pablo Miguel Oroñes, Paulo Marquezini, Pedro Calixto Leal, Posto da Serra Ltda, Roberto Quaglio, Rubens Amando Prado, Santo Viotto, Saul Dutra Nascimento, Sebastião da Silva Borges Sobrinho, Sérgio Prandine, Sebastião Gomes Leitão, Sebastião de Lima, Sebastião dos Santos, Terêncio Gabrielli, Vergílio Barbosa, Vicente Bombini, Waldir Cunha e Waldomiro Duarte Sant'Ana.

O primeiro presidente foi João Michelan Filho. Nas décadas seguintes após sua fundação, a cooperativa teve nove presidentes: Mário Avezani (eleito em 6 de março de 1966), Brasil Paulista da Silva Prado (31 de março de 1968), Eduardo Padovani (15 de março de 1970), Sydney Malheiros Fares (25 de março de 1973), Paulo Francisco Calovi (4 de abril de 1976), Roberto Barione (eleito em janeiro de 1982) e Francisco Michelan Filho (21 de março de 1982). Desde 7 de outubro de 1992 a CERVAM é presidida por Henrique Ribaldo Filho.
A nomenclatura da cooperativa também mudou, ao longo desses 50 anos de existência. Criada como Cooperativa de Eletrificação Rural do Vale do Mogi, e adotou o “limitada” em 1997 mudando seu nome para Cooperativa de Energização e de Desenvolvimento Rural do Vale do Mogi Ltda, sendo que no ano seguinte foi excluída a expressão "Ltda". Em 2007, houve uma nova modificação por imposição da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) foi retirada a palavra “Rural” ficando a sua razão social da seguinte forma: Cooperativa de Energização e de Desenvolvimento do Vale do Mogi.

Desde seu início, a CERVAM atendeu a zona rural, mas com o crescimento dos municípios, algumas delas passaram a fazer parte do perímetro urbano, e se transformaram em loteamentos.
Além disso, a CERVAM atende também diversas indústrias e clientes de grande porte e consumidores com sistema de irrigação, consagrando-se com uma das cooperativas mais confiáveis de fornecimento de energia elétrica do Estado de São Paulo, com perdas técnicas abaixo das grandes concessionárias.

Cooperativa de Energização e
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